Sonia Braga Online
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obandidocartaz Marginal paulista chamado João Acácio Pereira, mais conhecido como Bandido da Luz Vermelha, coloca a população em polvorosa e desafia a polícia ao cometer os crimes mais requintados – de estupro a assassinatos e desconcerta a polícia ao utilizar técnicas peculiares de ação. Sempre auxiliado por uma lanterna vermelha, ele possui as vítimas, tem longos diálogos com elas e protagoniza fugas ousadas para depois gastar o fruto do roubo de maneira extravagante. Ele conhece a provocante Janete Jane, famosa em toda a Boca do Lixo, por quem se apaixona. A polícia faz de tudo para prendê-lo, mas ele sempre consegue se safar.  Recompensas são oferecidas, sem êxito. Em agosto de 1967, Luz Vermelha é preso em Curitiba.
Título no Brasil:
Título Original:
País de Origem:
Gênero:
Duração:
Ano:
Direção: 
Elenco:
O Bandido da Luz Vermelha
O Bandido da Luz Vermelha
Brasil
Polícial
92 min
1968
Rogério Sganzerla
Helena Ignez (Janete Jane), Paulo Villaça (Bandido da Luz Vermelha), Pagano Sobrinho (J.B. da Silva), Luiz Linhares (Delegado Cabeção), Hélio Aguiar (Narrator), Sonia Braga (vítima), Lola Brah (mulher rica), Sérgio Mamberti (Motorista de Taxi), Maurice Capovila (Gangster), Renato Consorte (Apresentador de TV), Sérgio Hingst (Homem rico), Antônio Lima (Gangster), Roberto Luna (Lucho Gatico), José Marinho (Tarzan), Miriam Mehler (Vítima) Ezequiel Neves (repórter), Carlos Reichenbach (Gangster) e Renata Souza Dantas (Vítima).

Curiosidades

O roteiro, de autoria do próprio diretor, é livremente baseado na história de João Acácio Pereira da Costa, bandido catarinense que, em 1967, atormentou a polícia paulista.

Rogério Sganzerla tinha 22 anos quando realizou “O bandido da luz vermelha”

A produção teve locações em: Guarujá, São Paulo, Brasil; Santos, São Paulo, Brasil; São Paulo, São Paulo, Brasil.

O filme inicia com os créditos que indicam a produtora, o título, o diretor, os atores principais, entre outros. Os dados são fornecidos por um luminoso que faz desfilar as palavras diante da câmera. Ao apresentar o diretor, ao invés de “um filme de…” ou “dirigido por…” aparece “um filme de cinema de …”.

Os atores que interpretam os locutores de rádio receberam instruções de Rogério e de Silvio Renoldi, responsável pela montagem do filme, para “carregar no tom debochado” de narração policial sensacionalista. Os locutores de rádio acompanham o filme e são ouvidos pelos espectadores, mas não pelos personagens. Eles falam como jograis, numa paródia de programa policial popular de rádio, com as informações dramatizadas pela ênfase das entonações.

Venceu o prêmio do Festival de Brasília 1968 nas categorias de melhor figurino, melhor diretor, melhor montagem e melhor filme.

Aclamado pela crítica como inovador, o filme soa propositalmente desconexo.

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